A morte saiu à rua num dia assim
Naquele lugar sem nome para qualquer fim
Uma gota rubra sobre a calçada cai
E um rio de sangue de um peito aberto sai
O vento que dá nas canas do canavial
E a foice duma ceifeira de Portugal
E o som da bigorna como um clarim do céu
Vão dizendo em toda a parte o Pintor morreu
Teu sangue, Pintor, reclama outra morte igual
Só olho por olho e dente por dente vale
À lei assassina, à morte que te matou
Teu corpo pertence à terra que te abraçou
Aqui te afirmamos dente por dente assim
Que um dia rirá melhor quem rirá por fim
Na curva da estrada hà covas feitas no chão
E em todas florirão rosas de uma nação
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| Zeca Afonso - Eu Vou Ser Como A Toupeira Album Lyrics | |
|---|---|
| 1. | A Morte Saiu A Rua |
| 2. | Fui Beira Do Mar |
| 3. | Por Tras Daquela Janela |
| 4. | Sete Fadas Me Fadaram |
| 5. | O Minha Amora Madura |
| 6. | O Avo Cavernoso |
| 7. | O Ti Alves |
| 8. | No Comboio Descendente |
| 9. | Eu Vou Ser Como A Toupeira |
| 10. | E Para Urga |
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| 1 | Alípio De Freitas |
| 2 | Em Terras De Trás-os Montes |
| 3 | Como Se Faz Um Canalha |
| 4 | Chula Da Póvoa |
| 5 | O Dia Da Unidade |
| 6 | O Homem Da Gaita |
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